Ilusionistas se arriscam na pandemia para tentarem sobreviver

Nessa crise desencadeada pelo novo coronavírus, entre as classes mais afetadas, estão os artistas armadores, entre eles, ilusionistas, cantores, atores, etc. Seja do ponto de vista financeiro, como também, do contato direto com seus públicos.

Essa turma que, além de não ser assalariada e não ter patrocinadores, vive de apresentação em bares, casas noturnas, ou simplesmente nas ruas das cidades onde mora, para tentar garantir alguma grana no final do espetáculo.

Mesmo com dificuldade, alguns chegam a viajar quilômetros e quilômetros dentro do próprio país, ou até entre países diferentes, para mostrarem suas artes, ganharem algum dinheiro, na esperança de serem descobertos por algum caçador de talento.

É por exemplo, o caso dessa dupla de ilusionista. Sthefany (sentada) venezuelana e Gabrielle, da Argentina, que resolveram correr o risco da pandemia e voltaram à se apresentar nas ruas para tentarem sobreviver.

Já há algum tempo no Brasil e como milhares de outros artistas locais, sem apoio, elas não aguentaram mais esperar o fim do isolamento. No vídeo abaixo, uma demonstração de ilusionismo (sem máscara) no Viaduto Santa Ifigênia, centro de São Paulo, na manhã da última quinta-feira, dia 17.

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