Covid-19: o que alguns governantes estão querendo que aconteça com as pessoas?

Não dá para entender. Uma das principais orientações dos órgãos de saúde, nesse período de Covid-19, é que as pessoas evitem aglomerações, para não serem contaminadas com o vírus.

Porém, não sabemos o que passa pela cabeça dos nossos governantes. Em seus atos e comportamentos, alguns deles, viajam na contra mão dessas recomendações. Colocando em risco, milhões de vidas humanas. Algumas por seguirem suas sugestões e outras, por serem obrigadas a encarar a dura realidade do que lhes são impostas.

Estou me referindo especificamente, às atitudes de dois dos atuais mandatários eleitos para, entre outras coisas, zelarem pelas vidas de seus cidadãos.

1- o presidente Jair Bolsonao, durante todos esses dias de pandemia, tem defendido o modelo de isolamento vertical e pior, por vários dias, saiu irresponsavelmente mantendo contato físico com seus seguidores. 2 o prefeito de São Paulo, Bruno Covas que, ao instituir um novo sistema de rodízio de carros na cidade (placas impares num dia e pares no outro), obriga as pessoas a fazerem uso dos transportes públicos, causando superlotação diariamente.

Ainda no caso do presidente da República, pesam outras situações que têm colocado a vida das pessoas em risco. Exemplos: as constantes trocas de ministros da Saúde (dois em plena crise da pandemiaMandetta 16/4 e Nelson Teich hoje 15/5) e a confusão e demora no pagamento do auxílio emergencial (R$600,00), levando milhões de pessoas para as filas em frente as agências da Caixa Econômica, em todo o país.

Atos ineptos e irresponsáveis de políticos que parecem não terem a mínima noção dos cargos que exercem. A pergunta que fica no ar é… o que exatamente esses senhores estão querendo que aconteça com essas pessoas?

Confira aí as condições dos transportes público em São Paulo nos primeiros dias do rodízio.

*Créditos

Foto: Sergio Lima/AFP

Vídeo: TV Record

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