Baiano com mais de 2,20m de altura espera descobrir causa do crescimento para sobreviver

O baiano Rodrigo Santos Mota, de 22 anos, sofre de um problema que o fez crescer acima do normal. Segundo ele, já passou por vários médicos, porém, nenhum deu um diagnóstico preciso sobre a causa desse crescimento inusitado. Atualmente ele alega está com 2,23m.

O jovem comentou ter parado de estudar por sofrer bullying na escola. Outra situação preocupante vivida por ele, foi quando teve depressão, por causa da falta de uma resposta assertiva dos médicos para o seu problema. “Na verdade, como eram muitos médicos, cada um falava uma coisa. Chegava um e falava que era uma doença, outro falava que era outra. Eu era mais novo também. Tive até que tomar remédio para depressão, mas era muita coisa na mente“, falou ele ao portal G1 Bahia.

Rodrigo que sonha concluir o ensino médio e fazer faculdade, deseja ser policial e ter uma vida digna. Mas a sua luta principal, é encontrar um médico que dê um diagnóstico preciso e encontre a cura para seu drama.

Muitos [médicos] falam que era um tumor que eu tenho no cérebro, e que liberava hormônios do crescimento; uns [médicos] falaram que iria parar de crescer e outros que iria continuar crescendo. De lá para cá eu já cresci, devo estar com uns 2,23 m“, comentou.

De acordo com o portal, o jovem gigante mora com a avó (na foto com ele) em Ipiaú, no sul da Bahia. Seus pais são separados e ele tem quatro irmãos, (o mais velho faleceu de problema cardíaco), e nenhum sofre desse problema. À reportagem ele contou que no início sofria também com dificuldade para achar roupas no seu tamanho, mas hoje já consegue. Porém, sapatos, só por encomenda.

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O tratamento

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Era tanta coisa que não tem nem como digerir, mas o que mais ouvi foi que eu poderia dormir e não acordar mais“, desabafou Rodrigo Mota.

Não bastasse a luta inglória travada por ele até agora para tentar descobrir a causa dessa misteriosa elevação na altura, a pandemia chegou para atravancar ainda mais a perspectiva do seu tratamento.

Conforme o G1, antes do coronavírus, Rodrigo ia de três a quatro vezes por mês a Salvador, passar por consultas e fazer novos exames. Mas ele não perde a esperança de encontrar o tratamento adequado para se livrar desse fenômeno inexplicável. “Quero voltar a fazer as consultas para ver como está a situação. Eu estava tentando remarcar o tratamento, mas assim que liberar eu vou. Os médicos já estavam até me ligando para saber como é que está“.

*Crédito das Fotos

*Foro Topo: Giro Ipiaú

Foto Central: Acervo Pessoal

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